Pavilhões Disponíveis
Onde o afeto
se faz horizonte
Angelo Venosa | Iole de Freitas
O P_ARTE consolida sua autoridade curatorial ao dedicar espaços exclusivos a expoentes da arte contemporânea, como o Pavilhão Ângelo Venosa. O foco recai sobre a pesquisa orgânica do escultor, que utiliza materiais como bronze e pedra para tensionar a relação entre volume e vazio. Além das obras internas, a experiência se expande para a área externa (com uma escultura monumental instalada a céu aberto), permitindo que a luz natural e a paisagem ressignifiquem a poética do artista em um diálogo direto com o ecossistema do parque.
Em paralelo, o Pavilhão Iole de Freitas apresenta uma imersão profunda na tridimensionalidade e no movimento. A artista, reconhecida pela inovação técnica com aço inoxidável e acrílico, desafia a percepção espacial através da obra icônica “Colapsada”. A estrutura evoca um estado de tensão permanente (um colapso controlado), explorando a dualidade entre fragilidade e resistência para transformar a escultura em uma experiência sensorial que redefine a própria arquitetura que a abriga.
Essas estruturas reafirmam a missão do Parque Geminiani Momesso de ser um laboratório vivo de cultura e preservação ambiental. Ao integrar acervos de alta relevância técnica ao contexto natural, o P_ARTE estabelece um novo padrão para instituições culturais de excelência. O resultado é um congraçamento que aproxima o público da essência da arte brasileira (de forma acessível e transformadora).
A arte de
fazer P_ARTE
“A arte é a contemplação; é o prazer do espírito que penetra a natureza e descobre que a natureza também tem alma” – Auguste Rodin
Um parque de arte é um sonho que pede raízes profundas, entrelaçadas ao tempo, fortes o bastante para sustentarem o que ainda virá. Que tal ser uma dessas raízes? Como apoiador(a) do P_Arte, você se torna parte desse chão fértil, onde o futuro encontra abrigo, e permite que outras gerações caminhem entre essas obras por uma paisagem cheia de sentidos e texturas. Sua contribuição é um gesto que respira: mantém a mata viva (e vívida), preserva a memória e garante portas sempre abertas para todos os olhares, para todas as descobertas.