Próximos Pavilhões

Onde o afeto
se faz horizonte

O Plano Diretor do Parque projeta uma expansão que transformará o território em um panorama completo da história da arte no Brasil. No campo das origens e da ancestralidade, teremos pavilhões dedicados aos Povos Originários e às Urnas Funerárias e Pias Batismais, que reunirão peças Marajoaras, Miracanguera e Maracá, além de raridades sacras dos séculos XVI ao XVIII. A alma da produção popular será celebrada no pavilhão Mão do Brasil, com carrancas do Rio São Francisco e esculturas de Agnaldo Manuel dos Santos, enquanto a evolução da nossa identidade estética será contada por meio do pavilhão de Mobiliário Brasileiro (do período colonial ao século XX) e da Pinacoteca, que abrigará pinturas, gravuras e desenhos do século XIX ao XXI.

A arte sacra e a prataria brasileira ganharão um santuário próprio no pavilhão Do Sagrado, um espaço de imersão sensorial com peças que atravessam cinco séculos. A produção moderna e contemporânea será ampliada com espaços dedicados a grandes mestres: o pavilhão Fúlvio Pennacchi receberá obras e afrescos históricos da Casa Pennacchi (incluindo itens de Filomena Matarazzo), o pavilhão Paulo Pasta apresentará suas pinturas em exposição permanente, e o pavilhão Raphael Galvez funcionará como um centro dinâmico, alternando obras do artista com exposições temporárias de talentos convidados. Cada novo pavilhão é planejado para ser não apenas um abrigo para o acervo, mas uma obra de arte em si, integrada à regeneração da Mata Atlântica.