O novo e o sobrevivente: O caso Raphael Galvez

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Exposição gratuita e aberta ao público

A exposição homenageou os 25 anos do falecimento de Raphael Galvez (1907–1998), destacando a atualidade de sua obra e sua importância para a história da arte brasileira. Composta por pinturas e desenhos, a mostra propôs uma releitura de seu legado, não limitada à cronologia da arte paulistana, mas aberta a análises mais amplas sobre sua contribuição estética e técnica.

Galvez é reconhecido por sua profunda habilidade artesanal e por manter uma constante pesquisa formal ao longo da carreira. Seu trabalho transita entre estilos e linguagens, revelando um artista inquieto, que recusava fórmulas fixas. A busca pela “sinceridade” artística o levava a explorar diferentes técnicas e a desafiar convenções acadêmicas, utilizando e também negando elementos como claro-escuro, modelado e perspectiva.

Segundo Tadeu Chiarelli, a obra de Galvez pode ser vista como uma prática contínua de reencarnação artística: cada trabalho renova sua expressão, ainda que mantenha vestígios do anterior. Para Mayra Laudanna, sua trajetória foi marcada por uma pesquisa visual intensa, que fazia da natureza e da figura humana não alvos de cópia, mas pontos de partida para composições criativas.

A exposição reafirma o valor do acervo e a relevância de Galvez como artista que resistiu ao tempo, renovando-se continuamente por meio da arte também do acervo do Instituto Luciano Momesso.

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