Sobre o P_ARTE

A preservação da arte brasileira
é da nossa natureza

O horizonte comum

O P_ARTE nasce do encontro entre a vastidão natural da Mata Atlântica e a criatividade humana.

Às margens do Rio Tibagi se estende um território de 1.6 milhão de m², que guarda sob o céu de Ibiporã o maior acervo de arte brasileira do mundo. Aqui, o horizonte não encerra, inaugura; não é linha de chegada, mas de partida; não é ruído, é diálogo – silencioso e perene – entre o tempo, a terra e o traço.

Onde arte é conexão

O P_ARTE não é apenas um ponto no mapa, é o cumprimento de uma promessa que soube esperar. Ao longo de cinco décadas, seu acervo foi cultivado, tendo como sementes a paixão, a descoberta, o diálogo.

Para quem iniciou essa travessia, a arte nunca foi destino, sempre foi ponte, encontro, conexão. Foi a compreensão de que a beleza, quando guardada, adormece; mas quando oferecida ao mundo, respira, transpira.

Os passos dessa longa caminhada não puderam ser dados em conjunto. Mas ao abrir os portões do Parque, o que se revela diante de nós é fruto de um diálogo suspenso no tempo, mas jamais esquecido.

Cada pavilhão erguido, cada hectare de mata regenerada carrega o gesto de quem escolheu fazer da saudade um terreno fértil. O P_ARTE é a herança de um sonho concebido a dois e compartilhado com todos. É um convite para fazer parte: da arte, do espaço, do todo. É a prova silenciosa de que o entusiasmo de um, quando acolhido pelo amor do outro,
não se dissipa, ao contrário, cria raízes, floresce, torna-se um legado vivo que cresce e acolhe.

1,6 milhão de m²

Território de preservação
ambiental e artística

5000 + obras

Um dos acervos mais significativos
da história brasileira

97 esculturas

Obras monumentais integradas
à Mata Atlântica

12 pavilhões

Experiência imersiva de
arquitetura e curadoria

Das paredes para
a terra

O P_ARTE é a materialização de uma vida dedicada a decifrar a alma do Brasil. Orandi Momesso – cuja trajetória inclui a direção do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) e o Conselho do Museu de Arte de São Paulo (MASP) – fez do colecionar um compromisso com o público.

Por mais de cinco décadas, sua curadoria não buscou apenas reunir, mas resguardar a memória sensível de um país. Nesse percurso, obras fundamentais encontraram novos destinos, foram doadas a museus, como a Pinacoteca de São Paulo e ao próprio MASP, para serem vistas e sentidas pelo coletivo, como deve ser a arte.

Uma doação histórica, de cinco mil obras, encontram seu refúgio final no P_ARTE. Cinco mil obras que deixam o silêncio de paredes brancas para serem exibidas em uma moldura verde, de borda infinita. Aqui, respiram a céu aberto, em contato direto com a terra, o tempo e sob o olhar de todos.

O Brasil no mapa do
mundo

Um ativo cultural de escala global. Assim é o P_ARTE, abrindo caminhos com delicadeza para inserir o Brasil na rota dos grandes museus a céu aberto do mundo, como o Museu Hakone (Japão), o Louisiana Museum of Modern Art (Dinamarca) e a Gibbs Farm (Nova Zelândia).

Aqui, somos o primeiro território onde a arte brasileira se encontra por inteiro, sem recortes. Aqui, o traço da arquitetura de Reinach Mendonça e o cuidado do paisagismo de Christiane Ribeiro e Rodolfo Geiser não disputam a cena, mas a sustentam, para que nossa arte aconteça em sua plenitude e ganhe o mundo, sem deixar de ser raiz.

Casas para o
infinito

A alma brasileira se revela em 12 pavilhões, cada um convidando o olhar a ir um pouco mais longe.

Pela arquitetura de Reinach Mendonça e o paisagismo de Christiane Ribeiro e Rodolfo Geiser, o visitante faz uma viagem no tempo: de memórias ancestrais, em que urnas guardam rituais de um Brasil antigo, a formas modernas, retratadas pelas obras de José Resende, Ângelo Venosa, Iole de Freitas, Vlavianos, Claudio Tozzi e Ruben Valentim.

No Pavilhão do Sagrado, a luz repousa sobre a prataria; nos espaços do mobiliário,
a evolução do viver se desenha do traço colonial ao moderno. Cada edifício é um contorno que percorremos com os olhos e com o tempo, a fim de compreender a amplitude de quem fomos e de quem ainda podemos ser.

    • Pavilhão
      Urnas Funerárias

    • Pavilhão
      Povos Originários

    • Pavilhão
      Sagrado

    • Pavilhão
      Mobiliário

    • Pavilhão
      Ângelo Venosa

    • Pavilhão
      Iole de Freitas

    • Pavilhão
      Raphael Galvez

    • Pavilhão
      Pinacoteca

    A presença que transforma

    Todos merecem celebrar a
    arte brasileira

    O Instituto Luciano Momesso é o coração institucional e afetivo que sustenta este ecossistema. Aqui, a preservação da arte brasileira não é esforço, é natureza que se expressa.

    Como extensão educativa e socioambiental do P_ARTE, o Instituto transforma inspiração em gesto cotidiano: cuida da Mata Atlântica com rigor e delicadeza, ao mesmo tempo que semeia encontros em simpósios e conversas para que laços se fortaleçam e ideias ganhem vida.

    Um território fértil onde a energia que nos guia deixa de ser memória e se torna presença; e o entusiasmo que deu origem a tudo segue em movimento para polinizar o pensamento, tocar e florescer nas gerações futuras.

    A arte de
    fazer P_ARTE

    “A arte é a contemplação; é o prazer do espírito que penetra a natureza e descobre que a natureza também tem alma” – Auguste Rodin

    Um parque de arte é um sonho que pede raízes profundas, entrelaçadas ao tempo, fortes o bastante para sustentarem o que ainda virá. Que tal ser uma dessas raízes? Como apoiador(a) do P_Arte, você se torna parte desse chão fértil, onde o futuro encontra abrigo, e permite que outras gerações caminhem entre essas obras por uma paisagem cheia de sentidos e texturas. Sua contribuição é um gesto que respira: mantém a mata viva (e vívida), preserva a memória e garante portas sempre abertas para todos os olhares, para todas as descobertas.